SUSTENTABILIDADE

 

Avaliação termográfica dos telhados – Exclusividade APLITEK


Em geral, o proprietário do prédio economizará mais dinheiro nas contas de energia pela diminuição da demanda de pico de resfriamento, quando instala isolamento térmico para telhados, se seu prédio possuir as seguintes características: altas contas de ar condicionado, uma grande superfície de telhado comparado ao tamanho global do prédio, baixos níveis de isolamento, e/ou uma localização em clima quente e ensolarado.

 

 

A melhor época de instalar os produtos para telhados certificados é quando estiver reformando o telhado, construindo os novos prédios, ou realizando a manutenção do telhado pela aplicação de uma cobertura com spray de espuma de poliuretano.

 

 

A economia de energia de instalar os produtos para telhados dependerá da localização geográfica e clima, onde ele é instalado, níveis de isolamento existentes no prédio, o tipo de telhado ele substitui, o tipo de telhado instalado, e quão bem ele é mantido limpo e recebe manutenção. Um software auxiliará a estimar a economia. Em geral, a economia de energia do ar condicionado pode ser tão alta quanto 50 % permitindo ao proprietário adquirir ar condicionado menores e mais barato.

 

Conforto térmico / Economia e energia

 

A energia radiante incidente nas edificações provoca o aquecimento imediato do corpo humano, o que acarreta na sensação de desconforto térmico. A interposição de um anteparo que proporcione sombra e reduza a passagem de calor elimina o efeito do calor radiante dando-nos uma sensação térmica mais agradável.

 

Os ambientes em que se aplica um isolante de alta performance como o poliuretano pulverizado, faz com que a temperatura interna da edificação fique entre 1 a 2ºC acima da temperatura externa à sombra de uma árvore desde que não haja considerável geração de calor internamente.

 

Em monitoramentos efetuados em coberturas, apurou-se uma redução da temperatura vigente antes do isolamento que era na faixa de 55 as 60ºC para a faixa de 35ºC.

 

Importante também salientar a influência da ventilação natural para que se possam atingir estes níveis ou inferiores em casos de acondicionamento interno do ambiente com considerável economia de energia e desgaste dos equipamentos.

 

O MEIO AMBIENTE E O POLIURETANO


A compatibilidade ambiental do Poliuretano

 

 Aparte das exigências técnicas e dos benefícios estruturais que se pode pedir a um material isolante, uma de suas características principais é que deve ser compatível com o meio ambiente. E nos últimos anos, na maioria dos países industrializados estão reforçando as legislações referentes à higiene, saúde e ao meio ambiente. Os materiais utilizados nas construções são avaliados de um ponto de vista ecológico em todo seu ciclo de existência, ou seja, sua fabricação, sua aplicação e uso e, finalmente, sua reciclagem.


 É isento de CFC, não agredindo a camada de ozônio. Não apodrece, não mofa e não é atacado por insetos ou roedores. Fornecido com retardante à chama, provendo segurança ao ambiente onde é instalado e atendendo às normas ABNT-EB-591 e Petrobras N-1618.


Um balanço energético positivo para as espumas rígidas de poliuretano

 

A maioria do produto petróleo consumido no mundo, aproximadamente 70%, se utiliza para aplicações de energia de calefação. Os fabricantes utilizam também o petróleo como produto de partida para a fabricação das matérias primas para o Poliuretano. Os materiais isolantes de Poliuretano obtidos podem ser utilizados para gerar energia de calefação durante décadas. Já que as espumas rígidas de Poliuretano possuem uma vida média entre 30 e 50 anos. Utilizar pouco petróleo para conservar muito petróleo: um uso extremamente sensato dos recursos naturais.


Quando a fabricação de materiais isolantes de Poliuretano implica em um consumo energético global único de 850 a 1200 kWh/m³, sua utilização permite uma redução anual de energia de calefação de aproximadamente 2600 kWh/m³. Quer dizer, já no primeiro período de calefação se economiza inteiramente, graças à capacidade de isolamento do material de Poliuretano, o gasto energético realizado para sua fabricação.

 

BALANÇO ENERGÉTICO DE MATERIAIS ISOLANTES

DE ESPUMA RÍGIDA DE POLIURETANO

Requerimento energético único por m³ de espuma rígida 30-45 kg/m³ (de acordo com a aplicação) aprox.: 850 – 1200 kWh/m³
Redução energética por ano até 2600 kWh/m³, quer dizer amortização energética no primeiro período de calefação.

 

 

 

 

 

 


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